Versos de Minh'Alma

Bem Vindos a esse jardim cheio de amor e ternura.

Livro de Visitas

Antenor Rosalino - 18/02/2010 11h28
Bom dia, Glória!Parabenizo-a de coração, por sua maravilhosa inspiração, criatividade e por tão admirável estro poético. Um abraço com carinho! Antenor
 
marina alves - 07/02/2010 20h45
Estou encantada com esse lugarzinho maravilhoso. Tudo é lindo, textos, cores, músicas. Dá vontade de ficar morando aqui. Parabénsssssssss!!!!bjos.
 
Eu e vc - 02/02/2010 06h56
adorei... tudo que vc f e com o coraçaõ e muito amor....continue sempre asssim nunca pare eu estarei sempre com vc... amigas pra sempre bjss... EU
 
JULIANA NEVES - 21/01/2010 12h15
AMEI AS SUAS POESIAS E PENSAMENTOS...
 
Lúcia Pereira - 11/12/2009 18h38
Onde estás querida?Sumida!Estou sem noticias suas.Como vai?Saudades...Sempre ouço seu Cd.Amo!Dê um alô! Um beijo no coração.Lúcia e Jú.
 
Jayme de Oliveira Filho - 08/12/2009 18h50
\"Parte de mim\" te observa/ A outra parte venera/ Uma parte é so erva/ A outra quimera. Lindo texto. Nobre poetisa, minha admiração. Obs: Posso postar este pequeno verso em minha escrivaninha?
 
Lúcia Pereira - 02/11/2009 15h26
Glorinha,tava com muita saudades.Sempre ouço seu CD.Abençoada voz.Um beijo no coração,Lúcia e Jú. PS:Muitas alegrias querida,você merece!
 
ANTÓNIO CASTRO - 13/09/2009 03h26
PARABÉNS POR ESTE SEU ESPAÇO TÃO PECULIAR! (Recanto das Letras: Página Pessoal http://anmaca.bloguepessoal.com)
 
Nilo Marcio - 03/09/2009 15h38
PARABENS!!!! Glória Cunha, é de pessoas como voçê, que faremos este mundo em que vivemos, melhor. Melhores no amor, melhores em tudo. OBRIGADOOOO!!!! QUE LINDO!!!
 
ELFUNI ZANIOL - 31/08/2009 01h19
EL GRAN CAPITAN - Mário Moraes Como já lhes contei e, não me canso de repetir, profissionalmente, sou um privilegiado. Viajor inveterado, andei por mundos e fundos. Conheci povos, gentes e costumes. Apertei a mão de Abel Gamal Nasser e fui abençoado (pessoalmente, como diria o Mateus) pelo Papa Pio XII. Cruzei com reis e rainhas e fiz coisas do arco da velha por este mundo de Deus. Pertenci, no início de minha carreira, à geração dos Edson Leite, Pedro Luís, dos Oduvaldo Gozzi, dos Ari Barroso, dos Geraldo José de Almeida. Depois incorporei-me à dos Waldyr Amaral, Fiori Gigliotti, Pedro Pereira, Orlando Batista, Mendes Ribeiro. E vi nascer o Mauro Pinheiro, os Loureiro Junior, os Walter Abraão, os RUY OSTERMANN, os LAURO QUADROS, os João Saldanha e e tantos outros que, plantaram e bem as sementes do jornalismo esportivo que os mais novos, hoje, estão colhendo, (ESQUECI-ME DO CÂNDIDO NORBERTO , DE PROPÓSITO. Assim ele me cobra, amanhã na Sala de Redação). Pois bem, amigos. Vivi e convivi com o que de melhor produziu o jornalismo esportivo, até hoje. Tenho, portanto, as mais fundas e sonoras razões para me considerar um privilegiado. Pois bem. Na mesma proporção em que conheci tantas figuras importantes, de prestígio mundial e tantos astros do jornalismo, da maior cotação internacional , fiz-me amigo e fã de alguns jogadores profissionais. Por que vi-o nascer para o futebol, fiquei amigo de Pelé. E se minha admiração pela Fera, jogando bola, era monstruosa, não era menor a que sentia pelo homem. Um predestinado. Se nascesse com dom para a política, Pelé teria sido um De Gaulle. Se dotes vocais tivesse, teria sido um Sinatra. Se levasse jeito para a pintura teria sido um Picasso. Se fosse dotado de pendores cinematograficos, teria sido um John Wayne. Então posso dizer, com orgulho, embora em termos jornalísticos, que pertenci à Era Pelé. Pois bem. Meu privilégio não terminou com Pelé. PELÉ SE FOI E EU, UM PRIVILEGIADO CONTINUEI VIVENDO E TRABALHANDO. ENTÃO CONHECI A ELIAS FIGUEROA. Já o havia visto atuar, muitas vezes, antes de eu vir para cá. Pela seleção chilena e pelo Penharol. Mas foi neste ano bendito de 76, que conheci ao Homem e melhor ainda ao atleta. Aqui e no interior, pelos jogos do torneio doméstico, só fiz reafirmar o consenso geral: um extraordinário zagueiro, disputando com Luís Pereira o privilégio de ser o melhor do mundo. No Nacional, a mesma coisa. Tanto que a excelente revista Placar outorgou-lhe duas vezes a Bola de Ouro. Pois bem, mas ao Homem, que conheci aqui em Porto Alegre. Jantamos juntos, uma noite, e minha admiração por Figueroa começou a crescer. E anotei suas entrevistas. E ouvi seus pronunciamentos. E atentei para seus pontos-de-vista. Fui, jornalista e amistosamente um fi scal de Figueroa. E, meus amigos, o Figueroa é merecedor incondicional do respeito de todos nós. Probo na sua integridade moral: extremamente responsável na sua atividade profissional: dono de granítica e irradiante personalidade como Homem, em todas suas manisfestações. Figueroa honrou sobremaneira a bandeira de seu país aqui no Brasil. E, mais do que isso, como chileno, honrou, sobremaneira, as cores brasileiríssimas do Esporte Clube Intenracional. Figueroa é como Pelé. Se músico, seria um Rubstein, se escritor, Érico Veríssimo: se poeta Neruda, seguramente. A mesma história de Pelé. A história dos predestinados. A história dos privilegiados, a quem Deus dá uma longa série de dotes incomuns, porque na sua infinita sabedoria, Ele sabe que os dotes e os privilégios serão sempre usados para fazerem o Bem. Não gosto de comparações. Muito menos os que enfocam caráter ou sentimento. Mas estas se me afigurou obrigatória. Por que a incovação de Pelé o homem e atleta e mito - só servem para engrandecer a Elias Ricardo Figueroa Brander. Um embaixador do Chile para Porto Alegre e para o Brasil. E, a partir de agora, um embaixador do Chile, para o mundo!


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